Se no meu caos me mantenho correto, concluo o que era óbvio.
Que não era apenas amor, que não era apenas paixão.
Não era apenas carinho, nem apenas adimiração.
Era tudo e acabou não sendo nada.
Virou lixo, descartável, desagradável, que degradava.
De onde reciclei forças e vontades, de onde veio força de vontade.
Vontade de explodir e não mais implodir.
Me falta, me mata, me arrebata em dor.
Não vejo saída, a não ser adimitir..
Era tudo, e agora… nada.
Publicado por: Fabio | 4 Outubro, 2011
Nada.
Na categoria Amor, Fragmentos, Poesias
Publicado por: Fabio | 21 Setembro, 2011
..nesse momento.
Se responde, não objetiva, sempre divaga.
Silencia, bagunça e tumultua.
Preciso, mas impreciso o precisar.
Nada define essa indefinição.
Essa sensação que sempre há algo a esclarecer.
Claro que há explicação, onde não sei dizer..
Sempre falta o que dizer, mas nunca o que sentir.
Do vazio que fica, a lacuna sem nunca completar-se.
Ímpeto de amar que me impede de respirar.
Pede à saudade que me esqueça.
Desapareça, e me salve, me livre deste tormento.
Ou apareça e viva comigo pra sempre, nesse momento.
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