Encanto algum.
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Num canto me vejo
Só, sóbrio, são.
Num canto me ouço
Sol, bemol, em vão.
Não há voz.
Nada há em vós.
Silêncio que me atormenta
Fala que nunca cala
Junto os pedaços
De um conjunto despedaçado
Cato migalhas perdidas
Pedidas de joelhos
Não as tenho, nunca as terei.
Temo tanto, torço e tento
Traze-la para meu canto
Canto o quanto for preciso
Para que, em meu canto
O silêncio cesse.
Canto no meu canto,
Mas por enquanto, não encanto.
Em canto algum,
Encanto algum.
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E encantado ficará, até que assim desejar! E que seu desejo perdure, para novas poesias nos proporcionar.
Comentário por Rúbia Cunha ou Tyr Quentalë 29 Outubro, 2009 @ 2:52 amAbraços.
Simples e triste!
bjs…
Comentário por Sa 29 Outubro, 2009 @ 6:48 ambelo, hein?
bjos
Comentário por carol 29 Outubro, 2009 @ 11:05 pmq lindo
Comentário por Ninha 31 Outubro, 2009 @ 10:35 amMuitas vezes é melhor o canto.
Comentário por D'angelo 31 Outubro, 2009 @ 11:00 amlindo e encantador! Porém triste
Comentário por NR 1 Novembro, 2009 @ 9:52 pm