Se no meu caos me mantenho correto, concluo o que era óbvio.
Que não era apenas amor, que não era apenas paixão.
Não era apenas carinho, nem apenas adimiração.
Era tudo e acabou não sendo nada.
Virou lixo, descartável, desagradável, que degradava.
De onde reciclei forças e vontades, de onde veio força de vontade.
Vontade de explodir e não mais implodir.
Me falta, me mata, me arrebata em dor.
Não vejo saída, a não ser adimitir..
Era tudo, e agora… nada.
Publicado por: Fabio | 4 Outubro, 2011
Nada.
Na categoria Amor, Fragmentos, Poesias
Quanta profundidade!
Acho que no fim, tudo acaba sendo nada e a gente vê o quanto se iludiu achando que era isso ou aquilo e na verdade, não era nada do que imaginávamos!
Gostei demais…
Bjinhus
Por: Juliana Teixeira em 5 Outubro, 2011
às 12:09 pm