Publicado por: Fabio | 4 Outubro, 2011

Nada.

Se no meu caos me mantenho correto, concluo o que era óbvio.
Que não era apenas amor, que não era apenas paixão.
Não era apenas carinho, nem apenas adimiração.
Era tudo e acabou não sendo nada.
Virou lixo, descartável, desagradável, que degradava.
De onde reciclei forças e vontades, de onde veio força de vontade.
Vontade de explodir e não mais implodir.
Me falta, me mata, me arrebata em dor.
Não vejo saída, a não ser adimitir..
Era tudo, e agora… nada.

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Responses

  1. Quanta profundidade!
    Acho que no fim, tudo acaba sendo nada e a gente vê o quanto se iludiu achando que era isso ou aquilo e na verdade, não era nada do que imaginávamos!
    Gostei demais…
    Bjinhus


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